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Carteira Poupança acções   09/07/2001

CARTEIRA POUPANÇA ACÇÕES

Cenário desolador

Sem apelo nem agrado, as descidas neste primeiro semestre de 2001 marcaram forte presença, com o destaque a incidir sobre o fraco desempenho da Bolsa de Valores de Lisboa e Porto, onde o PSI 30 recuou 18,6%.

E a nossa carteira?

· Sendo a carteira da Poupança Acções constituída por acções de diferentes mercados e sectores, a máxima de não colocar os ovos todos no mesmo cesto, permitiu limitar as perdas nestes primeiros seis meses do ano (-2,7%). A "empurrar" a carteira para terreno negativo, estiveram as operadoras de telecomunicações (British Telecom e Telefónica) e o sector da banca (BES e BSCH), mas o principal contributo veio da EDP (-16%), afectada pelo racionamento energético decretado no mercado brasileiro e pela desvalorização do real.

Ao invés, e a dar bons sinais este ano, está a Repsol YPF que averbou a maior valorização neste semestre (+16,7%). Seguiu-se a concessionária de auto-estradas Brisa e, ajudada pela valorização do dólar face à moeda europeia, a empresa de semicondutores Intel.

· Relembramos que em Maio decorreu o aumento de capital da British Telecom, em que vendemos os direitos em bolsa, aumentando assim a liquidez da carteira (ver Poupança Acções N.º208).

Na linha de água

· Desde o início, a nossa carteira inicial de 50.129,19 euros, constituída em 30/11/1999 valia em 29/06/2001, 49.979,84 euros, reflectindo uma desvalorização ligeira de 0,3%, já deduzidos todos os custos. Sem estes, a performance seria positiva em 0,27%.

· As rentabilidades do quadro abaixo incluem todos os dividendos líquidos que recebemos desde a constituição da carteira e reflectem aumentos de capital e splits de acções.

CARTEIRA PAC

ACÇÃO

N.º títulos

Cotação em 29/06/2001

(euros)

Variação face 29/12/2000 *

%

Peso na carteira**

%

Variação desde a data de aquisição %

(s/custos)

(c/custos)

Brisa

650

10,00

+8,5

13,0

+39,3

+38,5

Unilever

75

70,80

+5,0

10,6

+24,7

+24,1

STMicroelectronics

150

41,00

-11,8

12,3

+6,3

+5,8

EDP

1650

2,82

-16,0

9,3

+2,7

+2,1

BSCH

450

10,70

-5,2

9,6

+0,7

+0,2

BES

326

16,15

-8,6

10,5

-3,6

-4,1

Repsol YPF

220

19,76

+16,7

8,7

-5,0

-5,5

Intel

130

34,42

+8,4

9,0

-15,0

-15,4

SAG

1300

2,01

+1,2

5,2

-19,4

-19,8

Telefónica

168

14,56

-15,7

4,9

-49,7

-49,9

BT

240

7,45

-10,2

3,6

-59,0

-59,4

*Variação face aos valores que apresentavam na carteira sem custos.
**O restante está em liquidez.

O resultado

O resultado da carteira continua a suplantar os índices de referência. Desde 30/11/99 a 29/06/01, o PSI 30 perdeu 20,7% e o índice DJ Euro Stoxx recuou 3,7%. Face aos fundos de acções globais, e em igual período, a média da categoria situou-se em –10,6%. Melhor esteve o BNU Internacional, fundo que é recomendado pela Poupança Quinze, que registou uma subida de 0,8%.



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Cotação
1.04 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
Para aceder a esta informação tem de ser subscritor da


Cash-flow

O cash-flow: refere-se, geralmente, a todas as receitas "cash" menos todos os
encargos desembolsados; ou o lucro líquido mais as amortizações, provisões…;
representa a capacidade da empresa em gerar fundos para investir sem recorrer ao
investimento.

 



Diluição

Quando aumenta o número de acções de uma empresa (por exemplo na sequência de um aumento de capital), o lucro a distribuir pela empresa terá de ser repartido por um maior número de títulos. O lucro por acção pode assim diminuir temporariamente: é o que se chama de diluição do lucro.


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