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Repsol YPF
Alterações de conselho   13/10/2008
A actual incerteza dos mercados financeiros implica que a prudência e a selectividade sejam maiores do que em condições “normais”. Perante este cenário, alteramos o conselho de compra de algumas acções.

Não ceder à emoção
A história tem provado que momentos de grande euforia e de pânico são maus conselheiros em termos de investimento. Por isso, se já tem acções, não as venda precipitadamente sem consultar o nosso conselho. No que diz respeito à compra, a escolha das acções com melhor potencial de apreciação deve ser feita racionalmente.

Mais prudência
As constantes revisões das estimativas, a nível macroeconómico e das próprias empresas, tornam a avaliação numa tarefa muito mais complexa. Por isso, deixamos temporariamente de recomendar a compra de 34 títulos (ver coluna direita). O conselho passa para manter.

- A incerteza que rodeia o sector financeiro é cada vez maior. Neste cenário, é difícil conhecer as verdadeiras expectativas dos bancos e seguradoras para o longo prazo. Logo, optamos por suspender todos os conselhos de compra neste sector.

 - Nos restantes sectores, alterámos os conselhos de diversas acções. Apesar de muitos destes títulos estarem, em termos fundamentais, baratos, consideramos que esta não é ainda a melhor ocasião para iniciar uma aposta nestas empresas.

Assim que o impacto da crise financeira se torne mais claro é provável que haja novas alterações.

MUDANÇA DE CONSELHO

Acções cujo conselho passou de comprar para MANTER

Empresa

Sector

Aegon

Financeiro

Allianz

Financeiro

Astrazeneca

Farmacêutico

AT & T

Telecomunicações

Axa

Financeiro

Banif

Financeiro

BBVA

Financeiro

BMW

Automóvel

BNP Paribas

Financeiro

BP

Energia

BPI

Financeiro

BT Group

Telecomunicações

Chevron

Energia

Computer Sc. Corp.

Tecnológico

Crédit Agricole

Financeiro

Deutsche Bank

Financeiro

Deutsche Telekom

Telecomunicações

Estoril Sol

Lazer e Media

General Electric

Industrial

GlaxoSmithKline

Farmacêutico

Headwaters

Construção

ING

Financeiro

Ladbrokes (ex-Hilton)

Lazer e Media

Logica (ex-LogicaCMG)

Tecnológico

Peugeot

Automóvel

Pfizer

Farmacêutico

Renault

Automóvel

Repsol YPF

Energia

Republic Airways

Industrial

Santander

Financeiro

Seaspan

Industrial

Time Warner

Lazer e media

Vodafone Group

Telecomunicações

Zurich Financial Services

Telecomunicações

Acções com conselho em revisão

Empresa

Sector

EDP Renováveis

Energia



Breves (17 nov 2008)
Alteração de conselhos (10 out 2008)
Breves (29 set 2008)
Sector do petróleo e gás (29 set 2008)
Repsol YPF (25 ago 2008)
Repsol YPF (19 ago 2008)
Repsol YPF (18 abr 2008)
Repsol YPF (03 mar 2008)
Breves (07 jan 2008)
Repsol YPF (12 nov 2007)
Repsol YPF (21 mai 2007)
Breves (16 out 2006)
Breves (17 jul 2006)
Breves (15 mai 2006)
Repsol YPF (08 mai 2006)
Breves (12 set 2005)
Breves (02 ago 2005)
Repsol YPF (14 jun 2005)
A semana bolsista (02 ago 2004)
Repsol YPF (02 dez 2003)
Repsol YPF (17 mar 2003)
Carteira Poupança Acções (06 jan 2003)
Repsol (14 out 2002)
Intro (05 ago 2002)
Carteira Poupança Ações (08 abr 2002)
Repsol (07 jan 2002)
Repsol (28 dez 2001)
Carteira Poupança Acções (29 out 2001)
Repsol (24 set 2001)
Carteira Poupança acções (09 jul 2001)
Carteira Poupança Acções (09 abr 2001)
Repsol (28 fev 2001)
Carteira Poupança Acções (15 jan 2001)
Repsol (08 mar 2000)
Carteira Poupança Acções (22 fev 2000)
Repsol (04 jan 2000)
Repsol (20 jul 1999)
Repsol (23 fev 1999)
Repsol (22 dez 1998)
 


Cotação
16.03 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Beta

O coeficiente Beta é um indicador da volatilidade de uma acção.
As acções com maior peso têm geralmente um Beta próximo de 1, que é a média do
mercado. Quanto mais se afastar de 1, a acção reage de uma forma mais volátil do
que a média. Para Betas inferiores a 1, a acção é menos volátil do que o mercado
em que se insere.
Um Beta de 1,16, por exemplo, significa que a volatilidade da acção é 16% superior
à média de referência.

 



OPT

Uma Oferta Pública de Troca consiste numa operação através da qual uma entidade (por exemplo, uma empresa concorrente) pretende adquirir uma empresa. Contudo, ao invés de comprar as acções da empresa pretendida, a sociedade adquirente emite novas acções e propõe trocá-las pelos títulos da empresa a adquirir.


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