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SAG 13/10/2008
Conjuntura difícil
O grupo enfrenta uma conjuntura difícil, face aos efeitos da crise
financeira no crescimento económico e no acesso ao crédito. Reduzimos as nossas
estimativas mas, dada a queda da cotação, a acção continua
correcta. Manter
A deterioração da actividade económica e a restrição ao crédito, consequências da actual crise financeira,
deverão acentuar a prestação negativa do sector automóvel nacional e
comprometer a sua recuperação no próximo ano. Apesar do valor reconhecido das marcas que
a SAG distribui em Portugal e que representam 11,5% do mercado, a empresa não passará
incólume a esta crise.
Por outro lado, no Brasil, que responde por 49% dos
activos do grupo e por 13,8% das vendas consolidadas, a abertura do capital da
Unidas através de uma colocação em Bolsa tem vindo a ser adiada dado o mau
momento dos mercados. Face ao impasse, foi emitido um empréstimo
obrigacionista de 250 milhões de reais para financiar a
expansão no mercado brasileiro
que se assume como o principal
motor de crescimento da SAG.
Por fim, e face à queda da cotação, a empresa aumentou o número de acções
próprias para 9,9% do capital e a 21 de Outubro irá realizar uma
Assembleia-Geral para aprovar o dividendo intercalar ilíquido de 0,0202 euros
por acção, 60% dos lucros no primeiro semestre. Para este ano e próximo
reduzimos as nossas previsões de lucros por acção de 0,14 para 0,10 euros e de
0,19 para 0,14 euros.
Cotação à data da análise: 1,14
EUR


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