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SAG
Breves   17/03/2008

Variação das cotações entre 07/03 e 14/03, em moeda local

SAG (-3,5% • Manter)
A SAG obteve bons resultados em 2007: os lucros cresceram 66,1% face a 2006. O grupo anunciou que irá distribuir um dividendo bruto de 0,1335 euros, após já ter pago um dividendo intercalar de 0,0314 euros em 2007. A acção está correcta.

Sumolis (+7,0% • Vender)
A Sumolis acordou com a CGD comprar os restantes 80% da Compal ainda não detidos. Numa primeira fase, a Sumolis adquire 38,1% da Compal por pouco mais de 50 milhões de euros (ME), uma operação financiada por um aumento de capital em dinheiro de 30 ME e pela venda de activos. Depois, a CGD trocará 41,9% da Compal por 20,6% da Sumolis, através da subscrição de um aumento de capital em espécie. A integração, que terá de ser aprovada pela Autoridade da Concorrência, permitirá à Sumolis duplicar a dimensão e gerar boas sinergias. Mas o aumento de capital poderá pressionar a acção, que está cara.

Teixeira Duarte (-2,9% • Manter)
A Teixeira Duarte entrou na actividade de exploração de petróleo ao adquirir 33% de uma empresa brasileira que prevê produzir 52 mil barris de petróleo em 2008 e que detém 11 blocos com uma reserva estimada de 20 milhões de barris. Por agora, o efeito é praticamente nulo mas poderá influenciar as contas no futuro, dependendo da confirmação das reservas. Em termos fundamentais, a acção está correcta.

Cadbury Schweppes (+3,0% • Manter)
A Cadbury Schweppes apresentou o calendário detalhado da separação das actividades. A 7 de Maio, a divisão americana de bebidas será cindida da confeitaria, através de uma introdução na Bolsa de Nova Iorque. Em troca dos títulos actuais, os accionistas receberão acções da DPSG (Dr Pepper Snapple Group, que englobará as bebidas) e da Cadbury, que estará cotada em Londres. A separação permitirá avaliar melhor as actividades. A acção está correcta.

Nestlé (+4,2% • Manter)
A Nestlé reviu em alta as previsões de crescimento para 2008. Dada a forte procura, o grupo suíço pode aumentar os preços como forma de compensar a subida dos custos das matérias-primas. Isto vem em linha com as nossas estimativas, já optimistas para 2008 e 2009.

Siemens (-1,6% • Vender)
A Siemens lançou um aviso sobre os resultados, devido a atrasos em projectos essenciais, bem como a anulações de encomendas nas actividades Energias, Transportes e Tecnologias. A acção está cara, venda.

Texas Instruments (-3,7% • Manter)
A Texas Instruments reduziu um pouco as previsões de lucros para o primeiro trimestre. Um anúncio que não nos surpreende e que já se reflectia nas nossas estimativas. A acção está correcta.

Thomson (-12,0% • Comprar)
A Thomson viu a sua notação de risco de crédito degradada e o nosso nível de risco passou de 3 para 4. Além disso, tendo em conta o clima económico difícil e a depreciação do dólar, revimos em baixa as nossas estimativas para 2008 e 2009. Contudo, e apesar das dificuldades, a acção está barata e o pagamento de dividendos não nos parece em causa.



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Siva (22 jun 1999)
Siva (13 abr 1999)
Siva (09 fev 1999)
Siva (29 dez 1998)
 


Cotação
1.01 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Stop loss

Diz-se quando o investidor condiciona a entrada da ordem em Bolsa à evolução da cotação. Deste modo, o investidor decide um preço (valor de disparo – trigger) que faça com que a  sua ordem entre no mercado, transformando-se numa ordem limite de preço ou ao melhor (consoante indique ou não um segundo limite de preço). Na terminologia de
mercado, falamos em stop loss no caso de uma venda e em stop limit no caso da
aquisição de acções.

 



ROE

O termo ROE ou Return on Equity é a designação anglosaxónica da rentabilidade dos capitais próprios.
O ROE obtém-se então pela divisão dos resultados líquidos (lucro operacional + resultados financeiros + resultados excepcionais – impostos) pelos capitais próprios.
Este indicador mede a rentabilidade dos capitais próprios, que é o mesmo que dizer os capitais permanentes colocados à disposição da empresa pelos seus accionistas (capital social + prémios + reservas).
Se uma empresa obtém uma ROE de 15% isso significa que ela obteve um lucro de 15 euros por cada 100 euros de capital próprio (o investimento dos accionistas). No entanto, este indicador, como qualquer outro, deverá ser utilizado com prudência. De facto, não tem em conta o modo de financiamento da empresa em questão. Assim, uma empresa que recorra bastante ao endividamento poderá aumentar consideravelmente o seu ROE, sem, no entanto, aumentar a rentabilidade da empresa no seu todo.


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