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SAG 19/11/2007
Lucros em linha com o
esperado
Os lucros trimestrais da SAG cresceram 7,8%, em linha com o esperado.
A acção tem evoluído em forte alta, mas ainda está
correcta. Manter
A SAG encerrou os primeiros nove meses do ano com um lucro de
0,09 euros por acção, mais 7,8% relativamente a igual período de 2006, em linha
com o que prevíamos. Ainda assim, no plano operacional, o desempenho superou
ligeiramente as expectativas, com o grupo a melhorar bastante a sua
rentabilidade, graças à forte subida da margem com serviços. Por áreas de
negócio, no comércio automóvel, as vendas da SIVA de veículos de passageiros
cresceram 4,3%, contra 1,9% do mercado, o que permitiu ao grupo reforçar a sua
quota (de 12,9% em 2006 para 13,2%). Nos serviços automóvel, os resultados foram
igualmente positivos, impulsionados, sobretudo, pela brasileira Unidas. No
entanto, as necessidades de financiamento desta actividade, bem como o arranque
de novos projectos repercutiram-se na dívida líquida consolidada da SAG que
cresceu 9,9%, o que agravou os resultados financeiros negativos em 33,2%. De
resto, e em Outubro, a Unidas apresentou o pedido de registo de empresa aberta e
de oferta pública inicial de distribuição de acções e a SAG alienou por 138
milhões de euros a posição de 40% no Banco Santander Consumer Portugal. Mantemos
inalteradas as estimativas de lucros por acção de 0,16 e 0,18 euros para 2007 e
2008.
Cotação à data da análise: 2,59
EUR


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Cash-flow
O cash-flow: refere-se, geralmente, a todas as receitas "cash" menos todos os
encargos desembolsados; ou o lucro líquido mais as amortizações, provisões…;
representa a capacidade da empresa em gerar fundos para investir sem recorrer ao
investimento.
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Rating
O rating consiste numa
avaliação por parte de uma empresa internacional
especializada (Standard & Poor's, Moody's), para determinar a
solvabilidade de um emitente de obrigações. O emitente
pode ser um país, uma empresa, uma câmara municipal ou uma
entidade supranacional. O rating é geralmente definido por um
conjunto de letras. Por exemplo, no caso da Standard &
Poor’s, o rating atribuído à dívida
pública de um país pode variar entre AAA (excelente
qualidade do emitente) até D (um país que já
não é capaz de cumprir os compromissos financeiros).
Para designar rating, utiliza-se também o termo
notação. As empresas que fazem a avaliação
das obrigações são, por isso, denominadas de
agências de notação ou de rating.
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