No primeiro semestre, a Corticeira Amorim obteve um aumento do
volume de
negócios consolidado de 3,1%, graças ao bom desempenho da unidade de negócios
rolhas. Já o lucro por acção, cifrou-se nos 0,07 euros (+11,2%). Um bom
desempenho, que ainda assim, foi penalizado pela desvalorização do dólar
americano e, em menor peso, do peso chileno e do rand sul-africano.
A nível
operacional, o resultado subiu 16,3% face há um ano atrás graças a uma
estabilização dos custos. Nomeadamente, trata-se dos primeiros frutos da
reestruturação industrial efectuada no sector das rolhas. Por mercados, destaque
para o mercado europeu, chileno e sul-africano, nas rolhas. Já nos revestimentos
(segunda unidade de negócio do grupo), o mercado alemão registou um abrandamento
que se espera vir a recuperar este ano.
Por fim, a Corticeira Amorim celebrou
um contrato de investimento com o governo português no montante de 13 milhões de
euros, com vista a modernizar duas unidades industriais da unidade de negócios
revestimentos.
Com os resultados em linha com o esperado, mantemos as nossas
estimativas de lucros por acção praticamente inalteradas nos 0,17 euros, quer
para 2007, quer para 2008.