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SAG
SAG   16/07/2007

SIVA perdeu quota em Junho

As vendas da SIVA em Junho ficaram aquém do mercado mas, em 2007, o grupo continua melhor do que a concorrência. A acção está correcta.
Manter

Em Junho, as vendas de automóveis em Portugal registaram a maior subida de 2007, com a venda de veículos ligeiros (VL) a disparar 26,2%, muito por culpa da subida de 104,3% dos comerciais, enquanto os veículos de passageiros (VLP) avançaram 6,6%. Este mês extraordinariamente favorável ficou a dever-se, por um lado, à melhoria na confiança dos consumidores mas, sobretudo, a uma antecipação da procura face à reforma da tributação automóvel. Uma situação, aliás, que foi reforçada pelo lançamento de diversas campanhas promocionais. Assim, e no primeiro semestre do ano, o mercado cresceu 4,1%, embora o saldo nos VLP continue negativo (-1,9%). Em relação à SIVA (distribuição automóvel da SAG), a Volkswagen vendeu menos 7,5% em Junho, enquanto a Audi e a Skoda registaram subidas de respectivamente 24 e 16,1%. No total, o grupo vendeu mais 3% em volume face a 2006, mas cedeu quota (13,5 para 13,1%). De qualquer maneira, e face ao bom comportamento até Maio, em especial da Volkswagen, a SIVA em 2007 está melhor que o mercado, uma tendência que deverá prolongar-se até ao final do ano. Enquanto aguardamos os resultados semestrais mantemos as nossas previsões de lucros de 0,17 euros por acção para 2007 e de 0,18 euros para 2008.

Cotação à data da análise: 2,08 EUR



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Cotação
1.01 EUR

Conselho


Avaliação
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Lucro corrente


Lucro corrente: resultado de exploração (volume de negócios menos custos) mais
resultado financeiro (diferença entre os juros recebidos e os juros pagos), antes
de impostos e de resultados extraordinários (mais-valias não recorrentes,
amortizações excepcionais…).

 



ROE

O termo ROE ou Return on Equity é a designação anglosaxónica da rentabilidade dos capitais próprios.
O ROE obtém-se então pela divisão dos resultados líquidos (lucro operacional + resultados financeiros + resultados excepcionais – impostos) pelos capitais próprios.
Este indicador mede a rentabilidade dos capitais próprios, que é o mesmo que dizer os capitais permanentes colocados à disposição da empresa pelos seus accionistas (capital social + prémios + reservas).
Se uma empresa obtém uma ROE de 15% isso significa que ela obteve um lucro de 15 euros por cada 100 euros de capital próprio (o investimento dos accionistas). No entanto, este indicador, como qualquer outro, deverá ser utilizado com prudência. De facto, não tem em conta o modo de financiamento da empresa em questão. Assim, uma empresa que recorra bastante ao endividamento poderá aumentar consideravelmente o seu ROE, sem, no entanto, aumentar a rentabilidade da empresa no seu todo.


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