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Corticeira Amorim
Breves   13/11/2006

Variação das cotações entre 03/11 e 10/11, em moeda local

Corticeira Amorim (-1,5% • Manter)
Apesar do ligeiro recuo das vendas no terceiro trimestre, a Corticeira Amorim continua no bom caminho. Já em termos acumulados, até Setembro, os lucros subiram 13,3% face aos primeiros nove meses de 2005. Apesar de termos reduzido ligeiramente as nossas estimativas, não alteramos o nosso conselho: mantenha.

EDP (+3,2% • Manter)
A EDP obteve uma subida de 84% dos lucros até Setembro, um valor superior às expectativas e que se deve a uma boa melhoria da rentabilidade operacional, mas também a ganhos financeiros não recorrentes. A EDP anunciou ainda que acordou vender a ONI (telecomunicações), o que é uma boa notícia. Com efeito, para além de deixar de consolidar uma empresa que regista prejuízos, esta alienação deverá gerar um impacto positivo nos resultados de 105 milhões de euros. A acção está correcta, pode manter.

PT Multimedia (+0,2% • Manter)
Nos primeiros nove meses do ano, a PT Multimedia obteve uma subida das receitas e do EBITDA de 4 e 10%, respectivamente. Porém, apesar deste bom desempenho, que saiu em linha com o esperado, os lucros totais caíram 37%, devido ao forte aumento das amortizações e aos elevados ganhos obtidos com a alienação da Lusomundo Media no período homólogo de 2005. A acção permanece correcta, pode manter.

Casino (+3,1% • Vender)
No seguimento da recente valorização da Casino, empresa francesa de distribuição, a acção passou a estar cara. Alteramos o nosso conselho de manter para vender.

Deutsche Telekom (-3,4% • Comprar)
O desempenho das actividades móveis e fixas na Alemanha continuaram a penalizar a Deutsche Telekom no terceiro trimestre. De resto, estes resultados levaram à saída da administração, que já não tem a confiança dos principais accionistas. A nova equipa directiva deverá apresentar um plano mais dinâmico. Beneficie da subvalorização para comprar.

ING (-2,0% • Comprar)
Os resultados do terceiro trimestre da holandesa ING desiludiram um pouco. No entanto, acreditamos que esta situação é apenas temporária. A acção está barata, pode comprar.

Input/Output (-2,8% • Manter)
Os resultados do terceiro trimestre ficaram aquém do esperado devido a uma taxa média de imposto ligeiramente mais elevada. No entanto, os lucros operacionais saíram acima do previsto. Apesar das boas perspectivas, a acção já as tem, em parte, incorporadas.

Scottish Power (+13,3% • Comprar)
A cotação pulou no seguimento de rumores de uma OPA. De facto, a espanhola Iberdrola anunciou que encara uma oferta sobre este grupo escocês. Outros candidatos poderão manifestar-se e a acção está barata.

Vivendi (-1,3% • Manter)
Alguns investidores aproximaram-se da Vivendi com vista a efectuar uma aquisição amigável, mas a discussão tropeçou no preço. Por outro lado, o volume de negócios no terceiro trimestre estável coloca em destaque a fragilidade da actividade da rede móvel. Não especule, mas pode manter.



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Cotação
0.86 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Free float

O free float de uma acção é a parcela de capital negociada em Bolsa e que não se
encontra na posse dos accionistas de referência.
 Fala-se de free float quando se evoca a liquidez de uma acção. Quanto maior for a
liquidez de uma acção (medida nomeadamente pelo volume de transacções diários e o
free float), mais investidores podem comprar e vender acções em provocar grandes
oscilações da cotação.

 



Rating

O rating consiste numa avaliação por parte de uma empresa internacional especializada (Standard & Poor's, Moody's), para determinar a solvabilidade de um emitente de obrigações. O emitente pode ser um país, uma empresa, uma câmara municipal ou uma entidade supranacional. O rating é geralmente definido por um conjunto de letras. Por exemplo, no caso da Standard & Poor’s, o rating atribuído à dívida pública de um país pode variar entre AAA (excelente qualidade do emitente) até D (um país que já não é capaz de cumprir os compromissos financeiros).
Para designar rating, utiliza-se também o termo notação. As empresas que fazem a avaliação das obrigações são, por isso, denominadas de agências de notação ou de rating.


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