Variação das cotações entre 06/10 e
13/10, em moeda local
Portucel (-0,9% • Manter)
O Estado definiu um intervalo de preços para a última fase de
privatização da Portucel, que se irá realizar até ao final do ano, entre os 2 e
os 2,20 euros. Em Bolsa, a acção recuou, ajustando-se ao limite superior daquele
intervalo.
Casino (-1,0 % • Comprar)
A acção passou a estar correctamente avaliada. Deixamos de
recomendar a venda. Pode manter.
Dexia (+5,1% • Comprar)
A Dexia vendeu a sua filial bancária
Banque Artesia Nederland, obtendo uma mais-valia que estimamos em
0,25 euros por acção. Esta alienação enquadra-se na revisão da sua carteira de
actividades não estratégicas.
Fiat (+0,4% • Manter)
Aumento de 14,6% das vendas europeias da Fiat, em Setembro,
graças ao novo Grande Punto. A empresa italiana prossegue a sua recuperação, que
deverá ser confirmada com o lançamento de novos modelos nos próximos meses.
GlaxoSmithKline (+1,0% • Comprar)
A acção deste grupo farmacêutico britânico passou a estar
barata. Por esse motivo, voltamos a recomendar a compra.
L’Oréal (-5,3% • Vender)
O crescimento (em base comparável) do volume de negócios da
L’Oreal de 5,6% nos primeiros 9 meses indica um ligeiro abrandamento da
actividade no terceiro trimestre: apesar da Europa Ocidental confirmar a sua
recuperação, a situação está mais complicada nos EUA, com perturbações na
distribuição (fusão de grandes lojas e segurança nos aeroportos). Permanecemos
prudentes e recomendamos a venda.
Novartis (-0,4% • Manter)
A acção do grupo farmacêutico suíço está agora correctamente
avaliada. Deixamos de recomendar a venda. Pode manter.
Repsol (+9,8% • Manter)
A cotação da Repsol beneficiou com rumores de que poderia ser
alvo de uma compra e também com a sua intenção de se diversificar para o sector
do gás. Preferimos não especular, mas pode manter.