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Repsol YPF
Breves   15/05/2006

   Breves

 

 

Pararede

-3,7% • Vender

Após ter acumulado fortes prejuízos em 2005, a Pararede obteve lucros ligeiros no primeiro trimestre. O presidente anunciou a sua saída e cedeu a sua posição na empresa à equipa de gestão. A acção está cara. Venda.

SONAE

+0,8% • Manter

Os resultados trimestrais saíram globalmente em linha com o esperado, com a queda de 64,9%, face a igual período de 2005, a dever-se sobretudo à redução de itens não recorrentes. Mantenha.

aegon

-5,4% • Comprar

A queda dos lucros por acção (-11,6%) deveu-se a menores ganhos financeiros. Excluindo esses itens, os lucros ficaram acima do esperado e as vendas nos EUA e na Suécia são encorajadoras. A acção está agora barata e passamos a recomendar a compra.

ENI

-3,0% • Manter

Apresentou resultados acima do esperado no primeiro trimestre. Pode manter esta acção correctamente avaliada.

General MOtors

+12,5% • Comprar

A administração reviu em alta as contas do primeiro trimestre, apresentando lucro em vez de prejuízos. A recuperação continua difícil, mas os especuladores podem manter.

KPN

-0,6% • Venda

Resultados sólidos no primeiro trimestre, graças ao desempenho da actividade móvel na Alemanha e à boa resistência da actividade na rede fixa. A cotação reflecte a especulação de uma eventual compra. Venda.

Repsol

-7,1%% • Manter

Continua a sofrer com a forte exposição à América do Sul. Mas, a acção está correcta. Pode manter.

Vivendi

Inalterada • Manter

Correm rumores de que poderá ser alvo de compra por parte da Vodafone (-3,3%), com a qual detém o grupo de rede móvel SFR, o principal objectivo da operação, cujo valor poderia ser de 34 euros por acção (21,5% acima da cotação actual). Mas, por agora, não nos parece o cenário mais provável. Mantenha Vivendi e pode comprar Vodafone.

 

Variação das cotações entre 05/05 e 12/05 em moeda local

 

 

Léxico

CAPITAL PRÓPRIO: é a diferença entre o que a empresa tem ou tem a haver e o que deve a terceiros em determinado momento. No momento de constituição da empresa corresponde ao capital social. Ao longo do tempo, o capital próprio é influenciado por vários factores como os resultados obtidos pela empresa, as reavaliações do imobilizado, entre outros. Também se designa como fundos próprios ou situação líquida.

CAPITAL SOCIAL: é a soma do valor nominal de todas as acções da empresa. Pode também ser visto como o conjunto de recursos colocados à disposição da empresa pelos proprietários no momento da sua constituição e aquando dos aumentos de capital. No momento da constituição, o capital social é igual à sua situação líquida ou capital próprio.

MARGEM BRUTA: resulta da diferença entre o volume de negócios e o custo das vendas suportado pela empresa na sua actividade.

PERÍMETRO CONSTANTE: excluindo as aquisições ou alienações de empresas efectuadas ao longo do período considerado.

STOCK SPLIT: desdobramento de cada acção em várias. Apesar do accionista passar a deter mais acções, o seu património fica inalterado, pois a cotação cai na mesma proporção em que o número de acções aumenta. Esta operação tem como objectivo aumentar a liquidez do título.

 



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Cotação
16.03 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Beta

O coeficiente Beta é um indicador da volatilidade de uma acção.
As acções com maior peso têm geralmente um Beta próximo de 1, que é a média do
mercado. Quanto mais se afastar de 1, a acção reage de uma forma mais volátil do
que a média. Para Betas inferiores a 1, a acção é menos volátil do que o mercado
em que se insere.
Um Beta de 1,16, por exemplo, significa que a volatilidade da acção é 16% superior
à média de referência.

 



Margem operacional

A margem operacional determina-se dividindo o resultado operacional pelo volume de negócios e multiplicando por cem. O volume de negócios corresponde ao valor das vendas de bens e serviços. O resultado operacional obtém-se deduzindo ao volume de negócios todos os custos de exploração.


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