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Repsol YPF
Breves   02/08/2005

BREVES

· O Deutsche Bank (+0,9%; 71,55 euros) anunciou um grande aumento do dividendo para 2005 e um novo programa de compra de acções próprias. O grupo continua à espreita de aquisições. A acção está barata: pode comprar.  

· A ENI (+2,4%; 23,43 euros) viu o lucro por acção disparar 39% no segundo trimestre, impulsionado pela subida do preço do petróleo e pelo aumento de 6,4% da produção de hidrocarbonetos. A cotação avançou significativamente desde a nossa recomendação de compra em Março. Alteramos o conselho: mantenha mas não compre mais.  

· A Fiat (6,98 euros) subiu 2,5%, com a divulgação de uma perda menor que o previsto no segundo trimestre. Os prejuízos com a actividade automóvel reduziram-se bastante, testemunhando os progressos na reestruturação. A acção está correctamente avaliada. Mantenha.  

· A France Telecom (+6,84%; 25,47 euros) adquiriu 80% da Amena, o terceiro maior operador móvel espanhol. O preço pago é razoável tendo em conta as sinergias realizáveis e o impacto positivo sobre os lucros a curto prazo. Além disso, a France Telecom não deteriora o essencial do seu perfil financeiro (endividamento): metade do capital investido será financiado com um aumento de capital. Por outro lado, o resultado semestral esteve em bom plano, com uma aceleração do crescimento do volume de negócios no segundo trimestre (+3,6% numa base comparável) e uma melhoria da rentabilidade. Mantenha esta acção correctamente avaliada.  

· A Repsol (+1,3%; 23,12 euros), com uma subida de apenas 15% dos lucros no segundo trimestre, beneficiou menos do aumento do preço do petróleo do que os seus concorrentes. Este desempenho deve-se à forte exposição a jusante (refinação, distribuição) e à estagnação da produção a montante. Mantenha.   - Os resultados da Siemens foram decepcionantes (-3,3%; 63,55 euros), com as actividades de “telemóveis” (preste a ser cedida) e os “serviços informáticos” a prejudicarem a rentabilidade. São esperados mais encargos com a reestruturação. A acção está cara: venda.  

· A Solvay (+1,5%; 89 euros) registou um segundo trimestre melhor que o esperado, com o lucro por acção (sem elementos extraordinários) a subir 57%. A progressão de 43% do resultado operacional é ainda mais impressionante porque as 3 divisões do grupo contribuíram com taxas de crescimento de dois dígitos. A acção está correctamente avaliada: mantenha.  

· A STMicroelectronics (-3,3%; 14,21 euros) registou uma queda de 80% no lucro trimestral, que continua a sofrer com os pesados encargos da reestruturação. A acção, que recuperou nestas últimas semanas, tornou-se demasiado cara e arriscada, mesmo se se espera uma melhoria da situação da STM até ao final do ano. Venda.  

· Resultados semestrais sem surpresas por parte da Telecom Italia (+4,15%; 2,697 euros). O volume de negócios cresceu 5,2% em base comparável. As margens de lucro (sobretudo nos serviços móveis) e o endividamento estão sobre controlo. Mantenha este título que está correctamente avaliado, mas não compre mais.  

· Telefónica (+2,2%; 13,89 euros) divulgou bons resultados semestrais: subiram 25%. Os serviços móveis mostraram-se particularmente dinâmicos. A acção está correctamente avaliada. Mantenha.  

· Nenhum problema para a Texas Instruments (+3,25%; 37,16 dólares), que divulgou um crescimento do lucro por acção de 28% (em base comparável) no segundo trimestre, superando as expectativas. A rentabilidade está em alta clara e o optimismo prevalece para o terceiro trimestre. Além disso, o dividendo trimestral aumentou em 20%. Mantenha esta acção correctamente avaliada.



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Cotação
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Stop loss

Diz-se quando o investidor condiciona a entrada da ordem em Bolsa à evolução da cotação. Deste modo, o investidor decide um preço (valor de disparo – trigger) que faça com que a  sua ordem entre no mercado, transformando-se numa ordem limite de preço ou ao melhor (consoante indique ou não um segundo limite de preço). Na terminologia de
mercado, falamos em stop loss no caso de uma venda e em stop limit no caso da
aquisição de acções.

 



Efeito de alavancagem

O efeito alavanca consiste num efeito multiplicador. Por exemplo, nos warrants e opções, as flutuações na cotação do activo subjacente são repercutidas no valor do warrant ou opção de forma muito superior. O efeito de alavanca aplica-se na subida do activo subjacente mas também na descida, o que torna os warrants e as opções bastante especulativos.


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