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Corticeira Amorim 30/05/2005
· Cortiça
· Bolsa de Lisboa
· 1,14 euros
Os lucros do primeiro trimestre da Corticeira Amorim foram, à
imagem do que já tinha sucedido no quarto trimestre de 2004, penalizados pela
conjuntura desfavorável que afecta a indústria vinícola mundial, bem como pelo
nível ainda elevado do câmbio do euro contra o dólar. Isto conduziu a um recuo
do volume de negócios (VN) de 3,2% e a uma queda de 8,9% dos lucros líquidos
para os 0,03 euros por acção, considerando a aplicação das normas IFRS , o
que ficou ligeiramente aquém do esperado.
Por segmentos, a unidade de negócio rolhas (cerca de 51,5%
do VN) foi a mais castigada pelo clima conjuntural, com o respectivo VN a cair
7,2% face há um ano. Em contrapartida, nos revestimentos (26,9% do VN), o
grupo obteve um crescimento das vendas de 5,7%, com destaque para os mercados
alemão e norte-americano. De resto, os aglomerados e a cortiça com
borracha apresentam igualmente melhorias. Em termos financeiros, a melhoria
dos encargos líquidos com juros (-15,9%) é fruto da redução de 9,2% da dívida
remunerada consolidada.
Tendo em conta os resultados obtidos no primeiro trimestre pela
Corticeira Amorim, reajustamos as nossas estimativas e prevemos agora lucros
líquidos para 2005 de 0,12 euros por acção (antes, 0,13 euros) e 0,15 euros para
2006. À cotação actual, a acção permanece barata e continuamos confiantes na
empresa. Pode manter este título em carteira.
CORTICEIRA AMORIM (em euros)



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Rentabilidade
A rentabilidade é o rendimento
total de um investimento. Corresponde à mais ou menos-valia (no
caso das acções, obrigações ou fundo
será expresso pela diferença entre o preço de
venda e o preço de compra), mas também inclui eventuais
rendimentos intermédios entre o início e o fim do
investimento (cupão de uma obrigação, dividendo de
uma acção, etc.).
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Rating
O rating consiste numa
avaliação por parte de uma empresa internacional
especializada (Standard & Poor's, Moody's), para determinar a
solvabilidade de um emitente de obrigações. O emitente
pode ser um país, uma empresa, uma câmara municipal ou uma
entidade supranacional. O rating é geralmente definido por um
conjunto de letras. Por exemplo, no caso da Standard &
Poor’s, o rating atribuído à dívida
pública de um país pode variar entre AAA (excelente
qualidade do emitente) até D (um país que já
não é capaz de cumprir os compromissos financeiros).
Para designar rating, utiliza-se também o termo
notação. As empresas que fazem a avaliação
das obrigações são, por isso, denominadas de
agências de notação ou de rating.
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