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SAG
SAG   20/12/2004

SAG

· Comércio automóvel

· Bolsa de Lisboa

· 1,29 euros

A SAG fechou os primeiros nove meses do ano com lucros de 0,08 euros por acção, uma queda de 17% face a igual período de 2003. Sem elementos extraordinários, o desempenho foi inferior: lucros de 0,06 euros por acção (0,08 no período homólogo). O volume de negócios subiu 9,6%, mas o aumento dos custos levou a um recuo de 5,7% do excedente bruto de exploração. Entre os factores que explicam este mau desempenho está, desde logo, a fraca conjuntura que não tem ajudado à retoma do sector automóvel. Com efeito, depois do ano desastroso de 2003, até Setembro de 2004, o mercado de veículos ligeiros de passageiros apenas cresceu 3,9%. Ainda pior foi a evolução das principais marcas distribuídas pela SIVA (Volkswagen, Audi e Skoda), que perderam quota de mercado para a concorrência, em especial a VW. Entretanto, os dados do sector para o mês de Novembro não trouxeram boas notícias para a SIVA que, face ao ano passado, perdeu 1,2% de quota e detém agora 13,6% do mercado de veículos de ligeiros de passageiros.

Nos serviços automóvel, a prestação foi mais favorável com os proveitos e o volume da carteira em gestão da Multirent a aumentarem, respectivamente 17,9% e 11,8%. Em relação à brasileira Unidas, a actividade já deu sinais de alguma retoma.

A SAG tem atravessado um ano difícil, mas apesar do recuo dos lucros, a empresa continua empenhada em remunerar os seus accionistas com uma generosa política de distribuição de dividendos, o que é positivo. Mantemos as estimativas de lucros por acção de 0,14 euros para este ano (0,11 sem extraordinários). Para 2005, e já segundo as normas internacionais de relato financeiro, prevemos 0,18 euros. Não aconselhamos a compra desta acção que está barata, mas pode manter.

SAG (em euros)

 



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Cotação
0.95 EUR

Conselho


Avaliação
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Indicador de risco
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Incluída na carteira da POUPANÇA ACÇÕES?
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Consolidação

Em contabilidade, a consolidação é o acto de agrupar as contas de uma empresa mãe e das suas filiais. A publicação de contas consolidadas permite dar uma imagem mais fiel da empresa no seu conjunto. Além disso, fala-se de consolidação de um sector quando se assiste ao reagrupamento dos seus diferentes intervenientes (alianças, fusões, aquisições…).



Rating

O rating consiste numa avaliação por parte de uma empresa internacional especializada (Standard & Poor's, Moody's), para determinar a solvabilidade de um emitente de obrigações. O emitente pode ser um país, uma empresa, uma câmara municipal ou uma entidade supranacional. O rating é geralmente definido por um conjunto de letras. Por exemplo, no caso da Standard & Poor’s, o rating atribuído à dívida pública de um país pode variar entre AAA (excelente qualidade do emitente) até D (um país que já não é capaz de cumprir os compromissos financeiros).
Para designar rating, utiliza-se também o termo notação. As empresas que fazem a avaliação das obrigações são, por isso, denominadas de agências de notação ou de rating.


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