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SAG 05/04/2004
· Comércio automóvel
· Bolsa de Lisboa
· 1,57 euros
Os resultados da SAG em 2003 saíram em linha com as nossas
estimativas, com lucros correntes de 0,16 euros por acção. Num ano marcado pela
fraca evolução económica, o volume de negócios (VN) caiu 13,8%, com a
distribuição automóvel a recuar 24,2%. Com efeito, esta actividade que responde
por quase 66% do VN, teve um comportamento desapontante, pior que o do mercado
de veículos de ligeiros (-15,2%), devido sobretudo à queda de 27,7% da
Volkswagen (VW), já que a Audi e a Skoda registaram comportamentos próximos do
sector. A quota de mercado desceu para 12%, contra 13,4% em 2002. Quanto às
restantes áreas, no retalho a queda das vendas foi compensada pelo serviço
após-venda, enquanto nos serviços auto, a Multirent (aluguer operacional de
veículos) reforçou a sua posição no mercado.
No plano operacional, o grupo conseguiu melhorar a margem antes
de impostos, amortizações e provisões, devido a um maior controlo dos custos e
ao reforço do peso relativo dos serviços. Pior estiveram os negativos resultados
financeiros, que se agravaram 34,1%, reflectindo o aumento médio do
endividamento.
Em relação a 2004, aguardamos uma ligeira recuperação do
mercado automóvel. Depois dos primeiros dois meses em queda, Março já trouxe uma
inversão da tendência. Quanto à principal marca distribuída pela SAG, a VW, as
vendas estão 12,7% acima do registado o ano passado, depois da forte subida
verificada no último mês.
A descida dos lucros da SAG em 2003 deveu-se, sobretudo, à
queda das vendas de automóveis motivada pelo fraco ambiente económico. Apesar
de, para 2004, estimarmos uma recuperação de quota de mercado da SAG, devido ao
Golf V e ao lançamento de novos modelos revemos em ligeira baixa as nossas
estimativas de lucros, de 0,19 para 0,18 euros por acção. Para 2005 prevemos
0,21 euros. Aos níveis actuais, a acção permanece barata. Não alteramos o
conselho que é de manter.
SAG (em euros)



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Consolidação
Em
contabilidade, a consolidação é o acto de agrupar
as contas de uma empresa mãe e das suas filiais. A
publicação de contas consolidadas permite dar uma imagem
mais fiel da empresa no seu conjunto. Além disso, fala-se de
consolidação de um sector quando se assiste ao
reagrupamento dos seus diferentes intervenientes (alianças,
fusões, aquisições…).
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Nikkei
O Nikkei é o índice de referência da Bolsa de Tóquio. Reflecte a evolução de 225 grandes empresas nipónicas.
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