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Carteira Poupança Acções 06/01/2003
CARTEIRA POUPANÇA ACÇÕES
Bolsas em queda
· O ano transacto não foi nada favorável para as
Bolsas e, por cá, o índice PSI 20 perdeu 25,6%. A nossa carteira de acções não
escapou ilesa a esta onda negativa, perdendo 12,8% em 2002. Ainda assim, um
desempenho bem menos negativo que o registado pelos principais índices. Em 2002,
o DAX 30 de Frankfurt caiu perto de 44%. Em Madrid, o IBEX 35 recuou 28% e, em
Nova Iorque, o S&P 500 cedeu 35%. O índice pan-europeu Stoxx desceu 33%. No
mesmo período, os fundos de acções mundiais comercializados entre nós perderam,
em média, 33%.
· Entre as várias causas por detrás destas descidas
acentuadas, destacamos a quebra da confiança dos consumidores, o aumento do
desemprego, os diversos escândalos e fraudes financeiras e o espectro de novos
atentados terroristas.
Alterações à carteira em 2002
· Devido a mudanças de conselho para venda,
alienámos dois títulos da nossa carteira: primeiro, a franco-italiana STMicroelectronics, depois a
espanhola Repsol YPF. No caso da
empresa petrolífera, a sua saída foi colmatada pela entrada da italiana ENI.
· Mais recentemente, em Dezembro, (ver Poupança Acções n.º 285),
por forma a aumentar o potencial de valorização da carteira no longo prazo,
decidimos também substituir algumas acções de manter por outras que estão de
compra.
Na banca, aproveitámos a boa valorização do BES (+11% em 2002 até ao momento da
alienação) e vendemos as 326 acções deste banco que detínhamos em carteira. Em
contrapartida, comprámos 1.000 acções do BPI a 2,18 euros e 200 acções do
grupo holandês ABN Amro a
16,18 euros.
No sector automóvel, desfizemo-nos das 1.300 acções da SAG e adquirimos 100 acções
preferenciais da alemã Volkswagen, a um preço unitário
de 27,77 euros.
Em terreno negativo
· Desde a constituição da nossa carteira de
50,129,19 euros, em 30/11/1999, até 31/12/02, o saldo é agora de -23,8%,
deduzidos todos os custos. Sem estes, o registo é de -23,4%. Em igual período, o
PSI 20 recuou 46,5%, enquanto o índice pan-europeu DJ Stoxx caiu 40%.
· No mesmo espaço de tempo, a média dos fundos de
acções mundiais assinalou uma queda de 45%. O melhor desta categoria, o
Caixagest Acções Internacional (ex-BNU Internacional), recuou 32,2%.
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CARTEIRA POUPANÇA ACÇÕES |
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ACÇÃO
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N.º títulos
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Cotação em 31/12/2002 (euros) |
Variação 2002 % (1) |
Peso na carteira % (2) |
Variação desde a data de aquisição % |
|
(s/custos) |
(c/custos) |
|
Brisa |
1300 |
5,28 |
+15,3 |
18,0 |
+51,4 |
+50,6 |
|
Unilever |
75 |
58,55 |
-9,00 |
12,0 |
+5,5 |
+5,0 |
|
ENI (3) |
250 |
15,15 |
+12,8 |
9,9 |
+0,3 |
-0,5 |
|
BPI (4) |
1000 |
2,18 |
+4,9 |
5,7 |
0,0 |
-0,5 |
|
ABN Amro (4) |
200 |
15,58 |
-9,6 |
8,2 |
-3,7 |
-4,3 |
|
Volkswagen VZ (4) |
100 |
25,00 |
-26,2 |
6,6 |
-10,0 |
-10,5 |
|
Novartis |
80 |
34,77 |
-13,2 |
7,3 |
-16,5 |
-17,0 |
|
BSCH |
450 |
6,52 |
-29,2 |
7,7 |
-35,4 |
-35,8 |
|
EDP |
2000 |
1,59 |
-31,5 |
8,3 |
-35,5 |
-35,9 |
|
Telefónica |
168 |
8,53 |
-41,0 |
3,8 |
-69,7 |
-69,8 |
|
BT |
240 |
2,99 |
-25,9 |
1,9 |
-80,5 |
-80,7 |
(1) Inclui dividendo reinvestido. (2) Os restantes 11% estão em liquidez. (3)
Adquirida em Outubro de 2002. (4) Adquirida em Dezembro de
2002.


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Delisting
Designa-se por delisting a operação que consiste na saída de Bolsa por parte de
uma empresa.
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Nikkei
O Nikkei é o índice de referência da Bolsa de Tóquio. Reflecte a evolução de 225 grandes empresas nipónicas.
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